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Nº 3

JN História

Da gloriosa epopeia da pesca do bacalhau, do século XVI até 1974, à evocação dos Jogos Olímpicos de 1936, 80 anos volvidos e em vésperas de o Brasil acolher o mais importante evento desportivo do mundo, o N.º 3 da revista “Jornal de Notícias História” proporciona mais um rol de viagens pelo tempo e pelo percurso da Humanidade. Mas há também um presente muito especial que damos aos leitores, a longa entrevista concedida pelo grande historiador José Mattoso.

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A Epopeia da Pesca do Bacalhau

Ao longo do século XX, cerca de 21 mil portugueses foram à pesca do bacalhau. A Faina Maior, como ficou conhecida a pesca longínqua nos bancos da Terra Nova e da Gronelândia, foi a construção de uma epopeia nacionalista levada a cabo pelo Estado Novo, mas foi, também, a dura realidade de toda essa gente. Num extenso e diversificado dossiê, aprofundamos as dimensões mítica, económica e humana do fenómeno, perspetivamo-lo historicamente, do século XVI até aos tempos contemporâneos, ouvimos gente que por lá andou e mostramos tudo o que vai sendo feito, hoje, para reconstruir e preservar a memória da Frota Branca. E damos a conhecer, ainda, as gratas recordações que esses pescadores e marinheiros deixaram do lado de lá do Atlântico.

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Entrevista com José Mattoso

“OS POLÍTICOS NUNCA CONSEGUIRAM OU NÃO QUISERAM UNIR O PAÍS”
José Mattoso, provavelmente o mais notável historiador português dos nossos tempos, decidiu abrir uma brecha no que tem sido a redução drástica da sua intervenção pública, nos últimos anos, concedendo uma extensa entrevista à “JN História”. Numa conversa cuja condução foi partilhada com outro historiador, o também medievalista Luís Miguel Duarte, o catedrático jubilado da Universidade Nova de Lisboa e antigo diretor da Torre do Tombo abriu o livro e falou sobre ele próprio, sobre a História e a historiografia, sobre pessoas com quem se cruzou e sobre Portugal, um país que diz continuar em busca de um destino que não há forma de encontrar.

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O Baile de Máscaras que deu ao mundo a “Nova Alemanha”

Em 1936, Adolf Hitler e a Alemanha nazi tinham já em preparação o seu macabro plano de dominação territorial e étnica, mas a propaganda estava estruturada no sentido de mostrar ao mundo uma nação pacífica e grandiosa, nascidas das cinzas a que tinha sido reduzida, no final da Grande Guerra (1914-18), pelos Aliados. Tudo isso graças à ação mobilizadora de um homem, o carismático chanceler, depois Fuehrer, que a Humanidade veio a reconhecer depois como uma encarnação do mal. Os Jogos Olímpicos de Berlim foram, claramente, a maior ação de propaganda levada a cabo pelos nazis antes da II Guerra Mundial, e é sobre essa estratégia que nos debruçamos, 80 anos depois, tomando como fio condutor um cuidado livro que os alemães distribuíam, então, aos turistas portugueses.

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